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Filme 08: Violência gratuita, de Michael Haneke. A culpa também é de quem assiste.

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  FILME 07: Violência gratuita, 1997, 1h 46m) MÓDULO: Representações da violência no cinema DATA DA EXIBIÇÃO: 12/09/2018 HORÁRIO: 16:30 h SALA: Laboratório Multimídia (Bloco F - UEMS - UUCG) O filme Violência gratuita (1997), dirigido pelo cineasta austríaco Michael Haneke, traz inquietantes reflexões sobre como nós, espectadores, estamos nos acostumando às representações da violência no cinema e na cultura audiovisual. Ao romper a ilusão da "quarta parede" em vários momentos do filme, o cineasta estabelece um jogo com o espectador, estimulando-o a se ver como um participante (quase um cúmplice) da violência representada. Para pensar um pouco mais sobre esse filme, segue o comentário crítico feito pela professora Keyla Oliveira:   Violência Gratuita duas vezes, um sinal dos tempo s ? Com duas versões, uma austríaca e outra norte-americana, o filme Violência Gratuita foi lançado pelo diretor Michael Haneke, também roteirista, nos an...

Filme 07: A imagem-violência em Cães de Aluguel: choque ou espetáculo?

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FILME 07: Cães de aluguel (Quentin Tarantino, 1992, 1h 39m) MÓDULO: Representações da violência no cinema DATA DA EXIBIÇÃO: 12/09/2018 HORÁRIO: 16:30 h SALA: Laboratório Multimídia (Bloco F - UEMS - UUCG)  A IMAGEM-VIOLÊNCIA EM CÃES DE ALUGUEL : CHOQUE OU ESPETÁCULO? O filme Cães de aluguel ( Reservoir dogs , 1992) marcou a estreia de Quentin Tarantino na direção de longas-metragens, apresentando ao grande público seu estilo marcante, especialmente o modo próprio de representar cinematograficamente a violência. Assim, escolhemos este filme importante de Tarantino para iniciar o módulo “Representações da violência no cinema”, pois ele fomenta uma discussão produtiva a respeito das implicações políticas e estéticas da imagem-violência, tendo exercido grande influência sobre o cinema contemporâneo (pós-moderno). Apesar de ter surgido na cena independente norte-americana, o primeiro filme de Tarantino daria a projeção ao estilo do diretor, que seri...

Filme 06: Sensorialidade, fragmentação e arte em A grande beleza

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F FILME 06: A Grande Beleza (Paolo Sorrentino, 2013, 2h 52m) MÓDULO: O contemporâneo em questão DATA DA EXIBIÇÃO: 10/08/2018 HORÁRIO: 15:30 h SALA: Laboratório Multimídia (Bloco F - UEMS - UUCG) Em busca de sentidos na produção artística contemporânea: fragmentos sobre o saber sensível no filme A Grande Beleza Keyla Andrea Santiago e Thaís Lobosque Aquino É sempre assim que termina, com a morte, no entanto antes houve a vida, escondida embaixo do blá, blá, blá. É tudo sedimentado por baixo das câmeras e do barulho: o silêncio e o sentimento, a emoção e o medo. Os frágeis e inconstantes vislumbres de beleza...                                                       ...